LE SACRE DU SUCRE Lena Blou (Guadalupe/FR)

ESPETÁCULO TEMPORADA FRANÇA - BRASIL 2025

LE SACRE DU SUCRE

Cia Trilogie Lénablou (Guadalupe/FR)

Apresentação do novo espetáculo da Cie Trilogie Lénablou, de Guadalupe (FR). A partir de uma linguagem artística original desenvolvida por Léna Blou, que tem mais de 40 anos de carreira, “Le sacre du sucre” marca o advento de um estilo de vida que se enraizou no Caribe. A cana-de-açúcar deu origem a homens e mulheres, a uma história, a uma memória e a uma cultura, uma planta que ressoa no imaginário das pessoas com palavras que nos recordam o sofrimento e nos convidam a confrontar nossas diferenças.

Data: 04.11
Horário: 19h30
Local: Centro Cultural Porto de Trás, Itacaré/BA
Classificação etária: Livre

Ficha Técnica

Coreógrafa: Léna Blou

Intérpretes de Corpo e Som: Lēnablou, Félix Flauzin, Allan Blou

Visão Artística: James Carles

Direção Musical: Daniel Trépy

Engenheiro de Som: Steeve Lancastre

Design de Adereços de Som: Félix Flauzin

Design de Iluminação: Roger Olivier

Gerente de Iluminação: Roger Olivier

Coprodução: INSA Lyon, Palco Nacional L’Artchipel de Guadalupe, Acampamento Dromesko, Companhia Trilogie, Lafabri’k

Léna Blou, Félix Flauzin e Allan Blou

Léna Blou está imersa na dança desde os seis anos de idade. Descobriu a profissão de dançarina-performer ao lado da sua mestra, Jacqueline Cachemire, e Jean Nanga, renovando essa experiência com outros coreógrafos, diretores, músicos e compositores mundo afora. Ao longo de sua carreira como bailarina e coreógrafa, realizou inúmeras colaborações artísticas. Tem PhD em Antropologia da Dança, é pesquisadora das danças caribenhas, sobretudo a “gwoka”, original de Guadalupe, e criadora da Techni’ka, que sintetiza tudo isso em uma linguagem autoral de dança. Fundou o Centro de Dança e Estudos Coreográficos (CDEC), em 1990, e a Cie Trilogie Lénablou, em 1995. É diretora artística do La Fabrik – Centro Coreográfico de Pesquisa Caribenha, aberto em 2020. É coreógrafa e intérprete de “Le sacre du sucre”, espetáculo de 2023/2024.

Félix Flauzin é inventor de espaços sonoros através da criação de novos instrumentos que conferem uma sonoridade singular à música da Cie Trilogie Lénablou. Deu seus primeiros passos na tradição entrando na associação Kasangwa e, em seguida, juntou-se à Akadémiduka, dirigida por Jacqueline Cachemire. Na sequência, Félix entrou para a associação de Tpéi (Théâtre, Percussion, Identité). Em 1991, criou sua própria estrutura, o Atelier-Pablo, com objetivo de fazer um estudo científico do “Ka” tradicional e, ao mesmo tempo, criar uma pequena percussão usando materiais reciclados. Nos anos 1990, junta-se a Léna Blou e torna-se o percussionista permanente para as aulas de Techni’ka no Centro de Dança e Estudos Coreográficos (CDEC) e, depois, no La Fabri’k. Participa como músico e intérprete de “Le sacre du sucre”.

Allan Blou incorpora a delicadeza do som do “tambor-ka”, deslizando pela superfície do tambor, pela sua pele, como se estivesse acariciando o veludo. Percussionista, fez sua estreia no grupo tradicional Karukéra, passando logo a acompanhar as aulas de danças tradicionais em Guadalupe e os estágios organizados por Jacqueline Cashmere. Concomitantemente, passa a acompanhar também a dança contemporânea, com a dançarina Manuelle Robert ou Shantala Shivallingappa. Em paralelo, trabalha com a formação teatral Malaka. Tendo vivido alguns anos na Guiana Francesa, funda o grupo de jazz Quatre Têtes e participa da produção de um álbum (“Savannah”). Junta-se a Léna Blou, tornando-se percussionista permanente no Centro de Dança e Estudos Coreográficos (CDEC) e, depois, no La Fabri’k. Participa como músico e intérprete de “Le sacre du sucre”.